segunda-feira, 24 de setembro de 2018

MNEMOCIDE - Debris


Ano: 2018
Tipo: Extended Play (EP)
Selo: Independente
Importado


Tracklist:

1. Only Shades
2. Pawns
3. Collapse
4. Soul Collector


Banda:


Matthias - Vocais
Richy - Guitarras
Chris - Guitarras
Denge - Baixo
Laurent - Bateria


Ficha Técnica:

Christoph Brandes - Produção, mixagem, masterização


Contatos:

Site Oficial: www.mnemocide.com
Assessoria: https://metalmessage.de/ (MetalMessage)

Texto: “Metal Mark” Garcia


Falar em Suíça em termos de Metal nos leva a pensar em nomes como CORONER, HELLHAMMER/CELTIC FROST, MESSIAH e algumas outras bandas. Em geral, a ideia que temos é de uma cena ou pequena, ou então cujas bandas preferem ficar nos porões do underground, uma vez que é bem raro lidar com grupos nativos do país. Mas vez por outra, nomes muito bons surgem de lá, como do quinteto MNEMOCIDE, que nos chega com seu primeiro trabalho, o EP de quatro faixas “Debris”.

O foco deles é simples: Old School Death Metal na linha de nomes como ENTOMBED, PUNGENT STENCH, ASPHYX, GOREFEST e outros que preferiam criar uma música impactante, mas cuja técnica instrumental dista de algo muito burilado. O grupo prefere fazer algo mais pesado, bruto e empolgante, com andamentos mais lentos (embora com alguns momentos mais velozes aqui e ali em termos de Death Metal à moda antiga), além de uma enorme carga de energia e bons arranjos construindo cada uma de suas canções (e mesmo algumas melodias mais subjetivas surgem alinhavando suas canções). E mesmo sem serem inovadores, mostram valor e potencial para se tornarem um nome bem relevante no cenário de seu estilo, ou mesmo no Metal extremo.

Uma escolha sábia foi feita por eles em termos de produção sonora. Verdade seja dita: Christoph Brandes soube ajustar tudo para que “Debris” soe agressivo e pesado, mas sabendo que o grupo precisava de algo limpo e bem definido. A essência Old School está nas canções em si, não na sonorização do EP. Além disso, os timbres instrumentais são sujos e soam artesanais, embora bem claros. E a arte da capa, simples e direta, nos permite focar as atenções na música.

Óbvio que o MNEMOCIDE ainda pode evoluir bastante, pois é um grupo bem jovem (tem apenas um ano de vida). Mas mesmo assim, o potencial e vigor que se ouve nas 4 canções de “Debris” é algo de assombroso. Se você gosta de Death Metal Old School, vai gostar do grupo e desse EP, mas ao mesmo tempo, qualquer fã de Metal extremo irá aplaudir o quinteto.

Sólida e com tempos mais simples é Only Shades”, onde a canção é guiada por uma base rítmica sólida e eficaz (baixo e bateria estão muito bem). Na sequência, “Pawns” continua o massacre em um ritmo ainda lento, de onde fluem urros guturais muito bons (mas que chegam a ser compreensíveis em termos de dicção). Com algumas partes rápidas ótimas, e com guitarras tecendo riffs muito bons, temos a empolgante “Collapse”. E fechando, vem o pesadelo agourento de “Soul Collector”, outra pancada refreada e bem construída em termos de simplicidade, mas com um refrão muito legal.

Muito potencial ainda pode ser convertido em música pelo MNEMOCIDE. Mas verdade seja dita: “Debris” nos mostra que o eles estão no caminho certo.

Nota: 81%

SWEEPING DEATH - In Lucid


Ano: 2018
Tipo: Full Length
Selo: Independente
Importado


Tracklist:

1. Eulogue
2. Blues Funeral
3. Horror Infernal
4. Suicide of a Chiromantist
5. Purpose (Instrumental)
6. Resonanz
7. Antitecture
8. Lucid Sin
9. Stratus


Banda:


Elias Witzigmann - Vocais
Simon Bertl - Guitarras, backing vocals
Markus Heilmeier - Guitarras
Andreas Bertl - Baixo
Tobias Kasper - Bateria, piano


Ficha Técnica:

Rolf Munkes - Produção, mixagem, masterização
Adrian Baxter - Artwork


Contatos:

Site Oficial: www.sweepingdeath.com
Assessoria: https://metalmessage.de/ (MetalMessage)

Texto: “Metal Mark” Garcia


Um dos prazeres mais inusitados que um autor de resenhas de bandas de Metal pode ter é dar de cara com um disco que o surpreenda. Essencialmente, se a banda trilha um caminho já pré-existente à sua maneira, acaba deixando todo ainda melhor. E mostrando a tradição da Alemanha em gerar bandas que nos surpreendam, temos o SWEEPING DEATH, da Bavária, que nos chega com seu mais recente trabalho, “In Lucid”.

Basicamente, temos uma banda de Techno/Prog Thrash Metal em mãos, ou seja, um grupo que busca referências em bandas como METALLICA e MEGADETH por um lado, mas com uma forte noção melódica/técnica herdada de nomes como FATES WARNING e outros da escola Norte Americana. Mas acreditem: eles colocam outros elementos em sua música que tornam a audição de “In Lucid” em um prazer enorme. Óbvio que alguns grupos no passado faziam essa mesma mistura de estilos, com a diferença de que o quinteto alemão mostra personalidade e se diferencia.

A qualidade sonora do disco é ótima. Percebe-se que o grupo tentou associar a qualidade moderna e clara com um toque bem dado de crueza, gerando assim uma ambientação de primeira qualidade para sua música. É possível compreender todos os arranjos musicais (e eles são muitos) sem problemas, com bons timbres instrumentais (de onde vem o feeling cru), e tudo soando claro e com muito peso. Além disso, a arte que temos para a capa é chamativa e instigante, cheia de possibilidades subjetivas de interpretação de seu significado.

Se tem uma característica sonora que flui de “In Lucid” aos borbotões é o feeling melodioso e melancólico em muitos momentos (mesmo alguns arranjos nos lembrarão nomes do Death/Black Metal melódico em vários momentos, especialmente por conta das guitarras). Mas fica óbvio que o SWEEPING DEATH tem muita vontade de ser diferente de todo mundo, de buscar algo só deles, e estão no caminho certo. Aliás, basta uma única audição e se perceber que eles são uma banda muito promissora.

A belíssima e bem trabalhada “Blues Funeral” (reparem bem como as mudanças de ambientação, do suave ao pesado, fluem de forma espontânea, e que guitarras!), a fogosa e mais agressiva “Horror Infernal” (aqui, vemos que os voais variam de timbres mais suaves a outros mais secos sem problema algum), a longa e neoclássica “Suicide of a Chiromantist” (em mais de 9 minutos, se percebe toda uma vibração que mixa melodia e agressividade de forma magistral, fora as partes mais introspectivas), a complexidade dos ritmos em “Antitecture” (partes mais jazzísticas surgem aqui e ali, com um trabalho muito bom de baixo e bateria), e o clima denso e pesado de “Stratus” (os “inserts” de música clássica ficaram ótimos) mostram o que o grupo pode fazer.

Uma surpresa e tanto o que se ouve em “In Lucid”, e um disco que dá aquela impressão de “eu quero” em qualquer headbanger que se preze. Sim, o SWEEPING DEATH é capaz disso, e acreditem: eles podem fazer ainda melhor.

Nota: 90%

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

VITJA - Mistaken


Ano: 2018
Tipo: Full Length
Importado


Tracklist:

1. Mistaken
2. Overdose (feat. Andy Dörner)
3. Friends Don’t Lie
4. Down
5. Anxiety
6. Black and Blue
7. High on You
8. To the Moon
9. Sedamine
10. Filthy
11. Kings of Nothing


Banda:


David Beule - Vocais
Vladimir Dontschenko - Guitarras
Mario Metzler - Baixo
Daniel Pampuch - Bateria


Ficha Técnica:

Andy Dörner - Vocais em “Overdose”


Contatos:

Site Oficial:
Assessoria:

Texto: “Metal Mark” Garcia


Desde o início do novo milênio, novas formas de se fazer Metal surgiram. Para bem ou para mal, agradando muitos e não satisfazendo outros, as vertentes modernas se mostraram comercialmente viáveis, bem como trouxeram novas legiões de fãs para o Metal. Gostem ou não, elas vieram para ficar, e grupos como o quarteto alemão VITJA mostram que a juventude fez bem ao Metal, pois “Mistaken” é um bom disco para o gênero.

Transitando entre o Groove Metal, o New Metal e o Metalcore, temos um grupo cujo trabalho é preenchido pelo já conhecido contraste entre partes altamente agressivas e permeadas por timbres instrumentais modernos com outras mais melodiosas e feitas com vozes limpas, não chega a ser um pecado em dizer que fãs de bandas como AS I LAY DYING, SLIPKNOT, LIKIN’ PARK e outros nomes da nova geração irão amar o trabalho desses alemães. E verdade seja dita: eles são muito bons no que fazem, com uma abordagem bem pessoal de um estilo musical já bem erodido.

Em termos de sonoridade, o grupo optou por algo que mantenha todos os elementos de uma produção sonora moderna, mas limpando um pouco mais o som, para que a definição do que está sendo tocado e cantado fique mais clara. Sim, a opção por algo mais limpo funcionou muito bem, com os vocais menos distorcidos por efeitos sendo compreensíveis. E verdade seja dita: assim, tudo funciona melhor, e fãs de outros gêneros poderão se aproximar desse disco sem problemas ou queixas.

O VITJA procurou dar uma arejada nas vertentes mais modernas justamente por fazerem algo mais bem definido e menos abrasivo. E sua música, mesmo mostrando boa técnica instrumental, não é complexa. No fundo, a acessibilidade é um dos pontos mais fortes de “Mistaken”, pois fãs de fora do Metal podem ouvir o disco sem traumas.

É alto o nível que qualidade das canções de “Mistaken, mas a acessível e rasgada faixa-título (bons contrastes das guitarras nos momentos calmos e nos mais agressivos), a ferocidade encorpada dos ritmos de “Overdose”, a melancolia introspectiva e ríspida de “Friends Don’t Lie” (reparem como as linhas vocais são muito bem acabadas), a ferocidade esporrenta de “Anxiety”, as doces linhas melódicas acessíveis de “Black and Blue” e de “High on You”, e a explosão de modernidade sonora em “Sedamine” mostram o quanto essa banda tem a oferecer.

Óbvio que a banda pode mais, e fica claro que seu talento é enorme. Mas por agora, “Mistaken” deve levar o nome do VITJA para um público maior.

Nota: 83%


WITHERFALL - A Prelude to Sorrow


Ano: 2018
Tipo: Full Length
Importado


Tracklist:

1. A Prelude to Sorrow
2. We Are Nothing
3. Moment of Silence
4. Communion of the Wicked
5. Maridian’s Visitation
6. Shadows
7. Ode to Despair
8. The Call
9. Vintage
10. Epilogue


Banda:


Joseph Michael - Vocais, teclados
Jake Dreyer - Guitarras
Fili Bibiano - Guitarras
Anthony Crawford - Baixo
Steve Bolognese - Bateria


Ficha Técnica:

Zeuss - Mixagem, masterização
Kristian Wåhlin - Artwork


Contatos:

Site Oficial: www.witherfall.com
Assessoria:
E-mail:

Texto: “Metal Mark” Garcia


Quando analisamos discos e bandas do que chamamos de Prog Metal, é preciso ter cuidado: a diversidade de possibilidades musicais é enorme, logo, o rótulo é insuficiente para definir tudo que pode nos esperar em um disco. E o quinteto norte-americano WITHERFALL vem nos desafiar com seu Segundo álbum “A Prelude to Sorrow”.

Basicamente, é uma mistura de Heavy/Prog Metal com o bom e velho U.S. Metal dos anos 80. Ou seja, temos uma banda que segue uma linha em que estão nomes como FIFTH ANGEL, MALICE, TYRANT, NEVERMORE, SANCTUARY e outros, mas com um jeitão agressivo e moderno à lá SYMPHONY X. Mas não se iludam: estes nomes servem apenas para referência, pois o quinteto mostra personalidade e peso, algo bem consensual e coeso. Partes pesadas e bem trabalhadas são contrastadas vez por outras com momentos mais introspectivos (como se pode ouvir na longa “We Are Nothing”), e se preparem, pois além de um instrumental bem trabalhado e criativo, temos vocais que vão de timbres mais rasgados e ternos até gritos agudos. E sim, o disco é excelente!

Ao vermos o nome de Chris “Zeuss” Harris na mixagem e masterização, fica óbvio o motivo de uma sonoridade agressiva, moderna e bem acabada, mas extremamente limpa. Sim, tanto agressividade como limpeza foram balanceadas de forma salutar, dando ao quinteto tudo que é preciso para que as canções de “A Prelude to Sorrow” funcionem bem. Traduzindo: é a qualidade sonora correta para o disco. E, além disso, as mãos de Kristian Wåhlin criaram uma capa interessante, e que devido à falta de firulas, nos permite manter a concentração apenas na música.

O WITHERFALL nos mostra um trabalho musical sólido, maduro e coeso, que inclusive tem partes influenciadas por Metal extremo (basta ouvir os “blast beats” de “Moments of Silence” para entenderem o que eu digo), mas sempre com ótima técnica, que por sua vez, é consequência do que o grupo faz musicalmente. E acreditem: é sólido como uma rocha, e empolgante demais (como em geral ocorre com bandas de U.S. Metal).

A violência sonora cheia de melodias e partes bem trabalhadas em “We Are Nothing” (mais de 11 minutos de puro êxtase musical, com ótimos vocais e guitarras fenomenais), a agressividade exposta de “Moment of Silence” e suas partes brutais (novamente, reparem nos “blast beats” extremos da bateria, e o baixo mostra-se firme para segurar a base rítmica do grupo), o casamento perfeito entre técnica, partes mais lentas e outras mais pesadas ouvido em “Communion of the Wicked” (as guitarras roubam a cena), o clima denso e melancólico de “Maridian’s Visitation” (como o baixo evolui bem, mostrando toques jazzísticos muito interessantes), o peso mamutesco e diversificado em termos de ritmo de “Shadows” (os vocais são excelentes, mostrando uma diversidade de timbres que nos lembram do saudoso Warrel Dane) e de “Ode to Despair” (mais uma vez, guitarras maravilhosas, com riffs de primeira), e a arrasa-quarteirão “Vintage” (novamente, devido à mudanças de ritmo, baixo e bateria se destacam bastante).

Sinceramente, “A Prelude to Sorrow” é um disco de primeira, e o WITHERFALL tem tudo para crescer cada vez mais. E assim, o U. S. Metal volta com tudo!

Nota: 98%

ULTHA - The Inextricable Wandering



Ano: 2018
Tipo: Full Length
Selo: Century Media Records
Importado


Tracklist:

1. The Avarist (Eyes of a Tragedy)
2. With Knives to the Throat and Hell in Your Heart
3. There is No Love, High Up in the Gallows
4. Cyanide Lips
5. We Only Speak in Darkness
6. I’m Afraid to Follow You There


Banda:


Ralph Schmidt - Guitarras, vocais
Andy Rosczyk - Efeitos eletrônicos, teclados
Chris Noir - Baixo, vocais
Manuel Schaub - Bateria


Ficha Técnica:

Andy Rosczyk - Mixagem, gravação
Michael Schwabe - Masterização


Contatos:

Assessoria:

Texto: “Metal Mark” Garcia


O Black Metal na Alemanha sempre foi um estilo preso às profundezas do underground. Apenas nomes como MYSTIC CIRCLE, AGATHODAIMON, NARGAROTH, KING FEAR, FALKENBACH e alguns outros conseguiram transcender as fronteiras europeias e ganhar o mundo. Isso mostra uma cena mais voltada ao consumo interno, ou seja, bandas em que o interesse de crescer não é uma força motriz para seus trabalhos. Seguindo essa linha de pensamento/atitude, The Inextricable Wandering”, terceiro disco do quarteto ULTHA já nasce sob a marca do underground, mas nem por isso deixa de ser um disco e tanto.

Buscando algo mais climático e soturno, com enfoque em uma ambientação melancólica e fúnebre, se percebe que o grupo tem profundas raízes no Black Metal à lá SWOBM, ou seja, na sonoridade da primeira metade dos anos 90, onde tudo era mais artesanal e espontâneo, sem obedecer a fórmulas musicais (tanto que se podem detectar elementos de estilos como Gothic Rock e mesmo de Alternative Rock se tornam evidentes em alguns momentos, dando ao grupo uma boa diversidade musical). E mesmo se distanciando de algo muito carregado em termos de técnica musical, acertam na mosca usando boas variações rítmicas e criando linhas harmônicas bem interessantes. Além disso,

A mixagem e gravação foram feitas por Andy Rosczyk no Goblin Sound Studio (de propriedade da própria banda), e masterizado por Michael Schwabe. Tudo para criar uma ambientação sonora mais crua e densa, sem, no entanto comprometer a compreensão do que se ouve. Algo diferente, já que o grupo em si tem suas pessoalidades sonoras que não ficam atadas à rigidez estilística do Black Metal. E digamos de passagem: ficou justinha para o que “The Inextricable Wandering” se propõe a ser.

Usando de canções longas, o ULTHA é um grupo talentoso. Nessa mistura de influências em um imenso caldeirão Black Metal, tem-se uma música sombria e introspectiva, mas com agressividade transbordando pelos alto-falantes. E é importante frisar que canções tão longas necessitam de riqueza de arranjos, e isso o grupo oferece em doses homeopáticas. E apesar disso tudo, o trabalho musical da banda é bastante acessível aos fãs do gênero (bem como a todos os fãs de Metal extremo em geral).

Seis canções ferozes nos esperam. “The Avarist (Eyes of a Tragedy)” mostra boas mudanças de ritmo e passagens fúnebres (onde as guitarras e os teclados se fundem para gerar algo cru e ríspido), assim como a intensa “With Knives to the Throat and Hell in Your Heart” (onde os teclados se sobressaem mais em belas orquestrações, mais os timbres gritados agonizantes dos vocais). “There is No Love, High Up in the Gallows” é uma longa instrumental de teclados que vai ambientando o ouvinte, preparando-o para “Cyanide Lips”, onde temos um ritmo um pouco mais denso e cheio de passagens onde baixo e bateria, mesmo na simplicidade técnica, mostra um trabalho muito bom. Em “We Only Speak in Darkness”, com uma clara referência ao Gothic Rock, e mesmo tendo vocais, guitarras, baixo, bateria e efeitos, é outra canção que serve como introdução para “I’m Afraid to Follow You There”, um gigante de mais de 18 minutos de duração, onde os momentos melancólicos se mesclam a partes mais agressivas, mas sempre com uma ambientação fúnebre de primeira, e a banda inteira mostra-se em ótima forma.

Diferente de detalhista, o ULTHA faz da audição de “The Inextricable Wandering” algo prazeroso. Ouçam, e apreciem essa viagem intensa que eles nos proporcionam...

Nota: 88%